Cunhada libertina

As semanas passaram e minha cunhadinha se tornou um recipiente espetacular para a minha preciosa gala. Infelizmente não conseguimos uma oportunidade para repetir o evento relatado em todas as três partes de "Libertando minha cunhada". Aquilo me incomodava pois sabia que ela tinha competência para me surpreender.

Era meio de Outono quando surgiu a melhor das oportunidades. Eu iria ficar sozinho por uns 20 dias enquanto a minha cunhada ficaria por quase duas semanas sozinha. Gelei ante a grande chance. Mas antes de narrar este momento único em nossas vidas, tenho que descrever a quantas estava nosso caso.

Minha cunhadinha havia comprado a ideia de me provocar constantemente com o intuito de aumentar a produção de sêmen. Com frequência ela me acordava com uma mamada sensacional, com direito a massagem nas bolas, pressão no períneo e tudo o mais. Só que ela não deixava eu gozar. Ficava me provocando por mais de 40 minutos até me deixar com dor nas bolas. A descarregada só vinha mais tarde, quando nos reencontrávamos e ela me conduzia por mais uns 30 minutos a uma viagem provocantemente gostosa. Só então podia gozar !

Numa das primeiras vezes a agarrei pelo braços e praticamente a estuprei enquanto ela dizia que não queria e tal; que estava fértil e não queria perder a oportunidade de me encher. Enfim, gozamos juntos; foi alucinante e também um pouco barulhento. Ela se vestiu, como sempre faz, guardando todo o meu despojo em sua vagina. Ao se despedir me disse que se eu fizesse isso novamente ela ia parar com esta provocação matinal. Na hora pirei; estava nas mãos de minha cunhada.

Essa brincadeira rendeu ótimas histórias (outra série de contos) mas o que mais marcou foi com certeza ter sido torturado em média 2 vezes na semana. Ela me maltratava muito. Em algumas ocasiões gozava em minha boca e as vezes até no falo mas não me deixava gozar nela; pelo menos não até o fim da tarde.

A gozada, quando em período fértil, era completamente dentro de sua vagina; ela não me largava até o membro ficar totalmente flácido. Era tão gostoso vê-la com o travesseiro embaixo da cintura olhando para mim, absorta em pensamentos, fantasiando; talvez pensando no pequeno osinho que ela geraria daquele ato profano. Mas normalmente ela recebia tudo na boca, me sugando ativamente enquanto punhetava e acariciava minhas bolas. Era sensacional pq ela não parava depois do gozo; continuava por um bom tempo enquanto eu curtia o pós-gozo segurando-a pelos cabelos. Depois de satisfeito, ela mostrava todo meu suco em seu receptáculo e o engolia de uma vez só; às vezes me provocava com um 'Yumi' sonoro, o que já me acendia novamente. Contudo havia dias que ela ficava mais ouriçada e pedia que eu gozasse em seu rosto, em seus peitos (maravilhosos) e até em sua vulva e bunda. Após nosso ritual, independentemente de estar no período fértil ou não, nos beijávamos apaixonadamente; até a exaustão.

Nossa relação era estável e apimentada mas ainda faltava algo como poder dormir juntinhos após as boas gozadas. E foi exatamente esta a oportunidade que obtivemos.

Infelizmente não podíamos nos ausentar por completo de nossas casas; uma viagem ou algo do tipo não era opção. Dormiríamos em nossas casas mesmo, mas havia o problema dos porteiros. No meu apê seria mais tranquilo pois ela poderia entrar pela garagem (sem câmeras) comigo. Em seu prédio haviam complicações pois ela não dirigia e o porteiro era "colega" do marido; ia ser uma exposição muito arriscada. Uma coisa era dar um pulo lá de vez em quando, outra era passar a noite. Decidimos então que lá não poderíamos pernoitar. Após muito pensar decidimos que dia sim dia não ela dormiria comigo. Pela manhã ela voltaria para casa e no dia seguinte, caso houvesse a necessidade, ela me acordaria com uma mamada completa. Nossa intenção, obviamente, era fazer a nossa primeira lua de mel (ou talvez de fel).

Durante a semana que antecedia nossas férias do casamento, o tesão subia e cada vez ansiávamos mais pelos dias que viriam. Nossas transas pareciam rituais de apreciação mútua e profundo desejo. Simplesmente estávamos vivendo o nirvana; ela era a minha droga e eu estava totalmente dependente daquela mulher.

Finalmente o tempo chegou e a minha esposa viajou. Em mais três seria o dela que viajaria. Nestes três dias "preparatórios" ela me provocou tanto que me vi sem chão em alguns momentos. Desde dias antes, ela passou a me visitar todos os dias. Ir para o trabalho com tesão não é algo fácil de lidar. Meu trabalho praticamente estagnou. Antes de me complicar demais falei com meu chefe que as coisas não estavam bem lá em casa, que ainda estava passando por um problema pessoal e que a combinação dos dois estavam acabando comigo. Para a minha surpresa ele não só me ofereceu ajuda como me ordenou a tirar uma semana para ajeitar as coisas. Combinei com ele que ia encerrar a semana para não atrapalhar o projeto em que estava alocado, mas que aceitaria de bom grado sua ajuda. Eu parecia aquele urso do pica-pau; quicando pra tudo que é lado de tanta felicidade; tirando talvez as dores no saco pelo tesão maldosamente contido.

Naquele dia estava tão em pavorosa que até machuquei minha gatinha. Meu tesão era tanto que até rasguei o lábio dela em um beijo descontrolado. Ela chupou o filetinho de sangue e disse:

- Vou ter que contratar um segurança para te vigiar ? Ou um taser para me proteger ?

Sorri, me desculpei mas não aguentei e a joguei na cama para comer a sua boca até jogar tudo que tinha dentro de mim no fundo de sua garganta. Ela não reclamou e me provocou dizendo que estava uma delícia.

- É assim que quero você... totalmente irracional... e só pra mim ! - disse me provocando

Confesso que não sabia bem o que sentia. Na minha mente só a via de quatro, olhando para mim, pedindo leitinho. Estava viciado em minha cunhada; totalmente dependente.

Voltamos para nossas casas e naquela noite eu vi uns 3 filmes do tipo "Suck it dry". Na pornografia esse ramo se chama "oral creampie" e consiste em o homem ejacular na boca da mulher enquanto o chupa. Os filmes mais ousados completam a cena com as meninas engolindo todo o esperma do ator.

No dia seguinte eu estava um verdadeiro zumbi, andava lento, com reflexos medíocres e olhar no "vazio" que se formava trinta centímetros à minha frente. Muito devem ter pensado que eu estava drogado naquele dia; e eles não estariam equivocados. Faltavam ainda umas 40 horas para o cara embarcar e eu já estava tendo crises de ansiedade.


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Ficha do conto

Foto Perfil osomello
osomello

Nome do conto:
Cunhada libertina

Codigo do conto:
35293

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/09/2013

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0



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