Terceiro dia do carnaval 2018. Sexo, suor e calor

Em meu final de semana prolongado de carnaval na Praia Grande, que estava passando com dois caras que conheci num aplicativo, a diversão começou cedo, logo na ida pro litoral, no carro mesmo, com uma sessão de punheta e uma foda rápida na sexta à noite.
No sábado, o fogo pegou quando levei um carinha, JP, que conheci num quiosque pra casa.
Eu Roger e Marcão fodemos muito e fomos dormir exaustos, pelados, todos na mesma cama.
No domingo, acordei cedo, envolvido por uma confusão de braços e pernas, por volta de umas 8 da manhã, com o pau de Roger duro, me cutucando como se quisesse me penetrar. Fiquei puto! Já havíamos sido claros uns com os outros que a camisinha era primordial. Me levantei num sobressalto e constatei que não fui enrabado enquanto dormia. Depois falaria com o Roger.
Fui pra cozinha, comi algo e fui pro banho.
Os dois levantaram, meio trôpegos de sono logo depois. O pauzão do Roger já estava mole de novo, pendurado no meio das pernas. Resolvi não falar nada. “Pode ter sido involuntário, sei lá.” pensei.
Combinamos de ir pra praia. Nadamos, brincamos e como o sol não estava forte ficamos um pouco na areia.
Logo chegou um pessoal que tínhamos conhecido no dia anterior, com uma bola. Formamos dois times e começamos a jogar. Ficamos nisso até cansar fomos pro mar de novo e voltamos pra areia. Marcão falou que estava com fome. Não tínhamos trazido dinheiro, então voltamos pro apartamento.
Ao chegarmos, Roger me tascou um beijo e disse que estava com tesão. Marcão nos olhava e disse:
- Já tão virando duas bixinhas se pegando desse jeito.
Eu parei o beijo, fui em direção dele. Enchi a mão no seu pauzão grosso e disse:
- Não quer que eu pegue nada?
Ele disse:
- Se for pegar tem que fazer o serviço completo.
Ficamos brincando, mas a fome bateu e fomos almoçar, os três com tesão reprimido.
Depois do almoço, andamos um pouco, alugamos bicicletas e demos uma longa volta. O tempo estava ajudando pois estava meio nublado. Devolvemos as bicicletas e voltamos pra praia. Enquanto eu e Marcão nadávamos, Roger ficou na areia, com nossas camisetas e carteiras.
Voltamos e deitamos todos na areia. Tinha muita gente. A praia estava lotada! Mal tinha espaço pra gente se esticar.
O sol voltou e eram quase 4 da tarde. Falei que iria voltar pro apartamento. Eles não quiseram ir, pois iam jogar mais umas partidas de futebol, mas pediram que eu levasse as camisetas, chinelos e as carteiras deles.
Quando estava levantando, Marcão pôs a mão no pau sob a sunga e falou:
- Aproveita e se prepara que vou te arregaçar depois.
Olhei pro lado e tinha um cara deitado na areia e nos olhando. Ele ouviu a conversa e deu um sorriso sacana. Ficamos meio sem graça e me levantei e fui embora.
O cara era bonito. Talvez um pouco mais velho que a gente, branco, já meio bronzeado, cabelos cheios, castanhos, um corpo legal, com um sungão preto. Antes de ir notei que ele tinha uns olhos verdes bonitos pra caramba.
Mas não dei muita atenção e me dirigi ao apartamento.
Cheguei no apartamento, tomei um banho gostoso, demorado, fiz uma higiene completa e deitei na cama que os rapazes já tinham arrumado pela manhã.
Cochilei não sei por quanto tempo e acordei ouvindo o barulho deles entrando no apartamento. Continuei deitado. Eles foram pro banho e depois Marcão entrou, enrolado numa toalha e deitou na cama, do meu lado. Roger entrou depois, pelado, com a rola balançando e deitou também. Continuei ouvindo o barulho do chuveiro. Falei pra ele:
- Esqueceu o chuveiro ligado, mané? Tem que economizar água, porra!
Nisso o barulho do chuveiro parou. Sentei na cama e fiz cara de interrogação pra eles, que deram uma risadinha.
Antes que eu falasse qualquer coisa, entrou um cara no quarto. O mesmo do sorriso sacana que ouvira o Marcão dizendo que ia me arregaçar depois. Fiquei sem entender, mas comecei a observar melhor o cara. Realmente era bonito. De banho tomado, sem areia e suor, estava um tesão. Estava em muito boa forma. Não era muito alto, talvez da altura do Roger (cerca de 1,80m.) Tinha braços fortes e ombros bonitos, com pelos no peito e segurando a toalha na frente do corpo, escondendo o pau.
Roger falou:
- Então, ontem você trouxe um carinha pra comer em casa. Então hoje fomos nós que trouxemos, mas pra comer você.
Fiquei sem jeito e o cara jogou a tolha pra um lado mostrando o pau duro, apontado pra frente, pra mim.
Pu-ta-que-pa-riu!!!
Acho que a cara que fiz daria um meme pro mundo inteiro zuar!
O pau do cara era uma mistura da grossura do pau do Marcão, com o comprimento do pau do Roger (que tinha uns 21cm) e grosso, muito grosso. Daqueles que é grosso em cima e vai afinando pra baixo, terminando no saco, que era de tamanho normal, não gigante, como o do Marcão.
Eu estava olhando, fascinado aquilo tudo. Não sei se é o maior pau que já vi na vida, mas com certeza estava entre os maiores.
Marcão falou:
- Fecha a boca, Gustavo. Ou então mete ela na boca logo, hahahaha.
Todos rimos e o cara foi chegando perto. Minha surpresa já tinha virado tesão. Todos tiramos as toalhas, ou o que quer que nos deixasse vestidos. Todos já estávamos de pau duros. O cara chegou bem perto de mim e foi encostado o pau na minha cara.
Pus a mão. Estava quente. Coloquei as duas mãos e ainda sobrou pau! Realmente era até um pouco mais comprido que o do Roger. E grosso. Minhas mãos não conseguiam fechar nele.
Olhei pros lados e Roger e Marcão estavam batendo punheta, me vendo analisar o pau do cara. Passei a língua na cabeça e o cara deu um suspiro. Então ensaiei colocar na boca. Engoli o máximo possível e assim como o do Roger, não chegou nem perto do saco. Segurei com as duas mãos, lambia de cima até em baixo, chupava as bolas e mamava como um bezerro, babando loucamente
Roger falou:
- Isso aí, deixa bem molhadão que vai entrar tudinho aí dentro de você.
Protestei:
- Nem fudendo! O máximo que vou fazer é chupar. Você dois já me arrombam, imagina um desses aqui.
Riram e a festinha continou.
Roger deitou na cama e pediu pra eu sentar na cara dele, enquanto eu chupava o cara pauzudo e o Marcão.
Eu estava nas nuvens com a língua do Roger me penetrando. O cara tem uma língua áspera, que provocava sensações gostosas e me deixavam arrepiado. Ficamos assim por um tempo e me pediram pra deitar de costas na cama com a cabeça meio pra fora da borda.
Marcão veio por cima e começou a me chupar os mamilos. Roger, em pé do lado da cama, colocou seu pau em minha boca e metida fundo. Fino e muito comprido, me fazia engasgar. O cara pauzudo ergueu minhas pernas e mandava língua no meu rabo. Parecia que fazia muito tempo que não via um cu. O cara estava louco. Ficou me linguando um tempão.
Marcão trocou de lugar com Roger e passou a meter em minha boca. O cara pauzudo ia do meu cu até o saco, às vezes me chupando o pau. Daí voltava da cabeça do meu pau até meu cu de novo. Um tesão indescritível.
Roger, que tinha sumido, voltou com uns pacotes de camisinha e uns sachês de lubrificante. O pau dele já estava encapado. Falei pra irmos pra sala, pois ali estava muito calor e a cama não era suficiente pra nós quatro.
Na sala, Roger se sentou no sofá e me pediu pra sentar em seu pau. Como era o mais fino dos três, concordei, pois sabia que abriria caminho pros outros. Fui sentando devagar de frente pra ele. O pauzudo me ajudava, me “abrindo” as nádegas até que senti os pentelhos aparados de Roger me tocarem a bunda. Parei um pouco, me acostumei e passei a fazer movimentos lentos, mas cada vez mais fortes. Marcão ficou na frente e me ofereceu seu pau pra chupar. Sua bunda ficou na altura do rosto do Roger que começou a passar a língua. Fiquei surpreso em ver que o Marcão o deixava fazer isso. Mas acho que ele estava com tesão por eu o estar chupando com tanto gosto.
O pauzudão me abraçou por trás, acariciando meus mamilos e mordendo minha orelha.
Roger me fudeu muito e Marcão falou que queria também e colocou uma camisinha.
Me levantei e ia sentar no pau dele mas ele pediu pra ficar de frango.
Fiquei e ele veio por cima, com aquela cabeçona. Empurrou umas três vezes e nada.
Relaxei e ele conseguiu por a cabeça. Foi enfiando aos poucos até o fim. Quando estava tudo dentro, começou a ficar mais bruto. Metia e tirava tudo, só pra meter de novo até o fundo. Eu via estrelas. Só não gritava porque o pauzudão estava com a jeba entalada na minha garganta.
Me fudeu um tempão.
Então o pauzudão sentou no sofá e eu fiquei de pé inclinado, chupando-o e recebendo rola alternadamente do Marcão e do Roger. Eu pingava. O suor escorria. Meu pau doía de tão duro e babava muito. Roger e Marcão pareciam estar competindo pra ver quem metia mais e mais forte. Se um vinha e metia de um jeito forte, o outro vinha e queria mostrar que podia fuder mais forte ainda.
As batidas de saco na minha bunda estalavam alto.
Quando nos cansamos daquela posição, o pauzudo levantou e começou a por uma camisinha. Pensei: “Agora tô fudido. Mais ainda.”
Fiquei de quatro no sofá, apoiado no encosto. O pauzudão veio e encaixou a rola no meu cu, pressionando aquela cabeçona enorme, mas como eu já estava aberto pela rolona grossa do Marcão, não foi difícil. Em pouco tempo a cabeça já havia passado e eu sentia o resto da rola entrando. Roger veio por trás do sofá e meteu o pau na minha boca. Mal fez isso, o pauzudão enterrou tudo de uma vez. De novo, só não gritei por causa da rola socada no fundo na minha garganta.
Apesar de já ter levado a rola fina e comprida do Roger e a curta e muito grossa do Marcão, não estava preparado pra tudo aquilo. Não tinha como se preparar pra tudo aquilo.
Joguei o corpo pra frente e tentei tirar, mas o cara me segurou pelo peito, me abraçando por trás, falando no meu ouvido:
- Calma, bebê, já vai passar! Relaxa. Respira. Mexe bem devagar.
E ia rebolando, encaixando a rola fundo no meu rabo. Eu continuava chupando agora as rolas do Roger e do Marcão tentando por as duas na boca ao mesmo tempo tão enlouquecido de tesão que estava. A dor tinha passado.
Em pouco tempo o cara estava bombando despreocupadamente. Às vezes eu virava pra trás e ele me beijava e eu voltava a chupar algum pau que me era oferecido.
Ficamos assim por muito tempo.
Roger perguntou se eu queria experimentar dois ao mesmo tempo. Eu estava com muito tesão, mas já estava exausto e dolorido, falei que naquele momento, não.
O cara continuou bombando, agora já mais forte e mais bruto. Falava palavrões e palavras sem sentido, que não tinha cu em casa e tal. De repente, deu uma estocada funda e um urro. Me segurou forte e ficou rebolando. Ficou uns três minutos assim e ia tirar, mas eu pedi pra deixar mais um pouco. Daí o pau foi amolecendo e saindo do meu cu. Roger sem aviso, gozou na minha cara. Estava quase gozando na minha boca. De novo fiquei puto com ele. Ele sabia que não gosto, que prefiro que gozemos sempre nas camisinhas. Mas estava cansado e não falei nada.
A rola do pauzudão saiu de mim com um barulho “ploft” e pude ver a camisinha pendurada, cheia.
Marcão nem esperou o cara sair de trás de mim. O empurrou de lado e já com camisinha no pau meteu loucamente, como um animal. Urrava selvagemente e gozou me apertando forte. Ele ia tirar, mas eu lhe pedi que esperasse. Comecei a bater uma punheta frenética e gozei longe e fartamente sobre o sofá, sobre o cara pauzudão que estava perto e no chão.
Marcão tirou o pau e ficou balançando, querendo passar porra na minha cara (mais uma vez a competiçãozinha escrota com o Roger). Deixei que ele esfregasse um pouco na bochecha e só. Estávamos todos muito cansados e já era tarde. Foram mais de duas horas de foda.
O pauzudão falou que estava fudido, pois falou pra mulher que só ia tomar uma cerveja com uns amigos.
Então o cara era casado, além de tudo? Pobre mulher que recebia tudo aquilo com mais frequência. Aquilo não era rola pra casar, não.
Falei que fudido estava eu, que ele não se preocupasse, rs.
Ele foi tomar banho primeiro, se secou, vestiu-se e estava indo pra porta quando Roger perguntou o telefone e o nome dele! Até então nem o nome do cara sabíamos, rs.
Ele disse se chamar Fernando, deu o número do celular, com Whatsapp e falou que se quiséssemos marcar algo ele estaria na Praia Grande durante toda a semana. Só precisava que o avisássemos com certa antecedência, pra dar um perdido na família, porém, deveríamos ser muito discretos, senão embaçava pra ele.
Beijou Roger na boca, me beijou (Marcão continuava largado no sofá, cochilando) e falou que foi o melhor cu que já comeu e que queria de novo se eu quisesse.
Nosso domingo foi louco. Os rapazes me disseram depois que assim que sai, ele começou a puxar papo com o Marcão, querendo saber quem era eu, até que chegou a perguntar por que ele havia falado que ia me arregaçar mais tarde. Marcão falou sem rodeios e Roger, vendo a rola dura do cara na sunga por causa do assunto, teve a ideia de levá-lo pro apartamento, como “vingança” por eu ter levado o JP pra casa pra fodê-lo no sábado. O cara esperou o fogo baixar, deu uma desculpa pra mulher e os sogros, que estavam com ele e foram pro apartamento.
Após a ida de Fernando, estávamos cansados, suados, gozados, com muito calor e embora estivéssemos na praia, mal fomos ao mar pra nos refrescar.
Bom, mas ainda tínhamos a segunda e a terça pra aproveitar o mar.
Ou não, se dependesse das fodas que se seguiriam...
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Comentários


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chaozinho Comentou em 18/02/2018

Cara suas fodas são maravilhosas e se foi essa pica que te comeu... tu ficou foi fudido.

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kzdopass48es Comentou em 16/02/2018

que sorte e que piru linnnnnndo! Betto (o admidaror do que é belo)

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safadaoker Comentou em 15/02/2018

Tesão de conto! Esperando ansioso pela continuação.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Terceiro dia do carnaval 2018. Sexo, suor e calor

Codigo do conto:
113207

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/02/2018

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
2



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